Aracaju

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Talentos Globais

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Host Family

Viva a experiência de conhecer a cultura de outro país sem sair de casa: hospede um intercambista.

13 de mai. de 2013

AIESEC Aracaju realiza a 3ª edição do EPA

Pais e membros puderam conferir experiências de voluntários através de facilitações apresentadas.


A AIESEC Aracaju realizou o 3º Encontro de Pais e Amigos (EPA), reunindo cerca de 50 pessoas, na manhã do último sábado (11), no auditório da Faculdade Pio X – Campus 3. O evento teve o objetivo de apresentar os valores e a missão da instituição para parentes e pessoas próximas dos membros voluntários. 

Ronaldo, atual presidente da AIESEC Aracaju, apresentando a organização para os pais.


Ronaldo Oliveira, presidente da AIESEC Aracaju, fez a abertura do evento e ressaltou a importância de ter a presença de todos, principalmente dos membros novos que ingressaram no último processo seletivo, realizado em março.

Na apresentação, Ronaldo reforçou os valores que a instituição preza. “Ativar e desenvolver o potencial de liderança, agir sustentavelmente, buscar a excelência, demonstrar integridade, viver a diversidade e desfrutar da participação são os pontos destacados que cada membro pode e deve desenvolver”, disse.

Cada área que forma o comitê local da AIESEC em Aracaju foi exposta por facilitadores que entraram na instituição recentemente. “Os Facis são todos membros novos. Fazemos isso para que o potencial deles sejam explorados e para que eles criem ainda mais interesse por cada área”, explica Adriana Almeida, do time organizador do evento.

Membros e pais assistem atenciosamente o evento.

O evento proporcionou que alguns membros falassem sobre a experiência de fazer parte da AIESEC e da vivência internacional obtida com o intercâmbio. A estudante Dyana Barreto, membro da instituição, teve a oportunidade de passar três meses na Itália e contou para sobre a experiência.

Ana Maria conta como foi ter a neta Dyana longe por alguns meses por causa de seu intercâmbios


Através de depoimentos e ilustração com fotos, Dyana expôs como se deu o processo de intercâmbio, a permissão concedida pela família e o trabalho desenvolvido numa ONG internacional. Para ela, a viagem foi maravilhosa e conhecer a Itália foi muito importante para experiência pessoal e profissional. “Quero ir para o México agora”, afirma.

Ana Maria Barreto Ferreira, avó de Dyana contou emocionada da aprovação da participação da neta no projeto e incentivou aos pais apoiarem os filhos. “Por eu ser muito emotiva, no início foi difícil para mim. Falava com Dyana todos os dias. Ela amadureceu, ficou mais responsável, desenvolveu-se com a cultura lá fora. Acho que os pais devem dar confiança nos filhos agir com cautela e apoiar a decisão deles. O projeto é louvável e muito bonito”, afirma Ana Maria. 

Aprovação dos pais

Marize e Helber, membro novo da AIESEC Aracaju
Marize Bittencourt, mãe do membro novo, Helber, e participante pela primeira vez do EPA, achou o evento bastante organizado e importante para que os pais possam conhecer o fim da instituição. “Fiquei surpresa pela organização, por serem jovens. Acreditava pouco nos jovens e esse evento mostrou que a AIESEC tem algo sério voltado para o profissional e com o objetivo de melhorar o pessoal dos meninos”, afirma. “Esse vento me esclarece totalmente o que é a instituição”, completa.


Maria Lícia e sua filha, Elisângela

Para Maria Lícia Amaral, o EPA é uma oportunidade que os pais têm de ouvirem dos próprios componentes qual a função deles e o que é feito na AIESEC. Participante de todas as edições afirma que na primeira delas participou mais apreensiva por não conhecer a instituição. Mas que depois disso pôde conhecer de perto e tirar todas as dúvidas. “Acho importante que os pais de todos os membros participantes venham conhecer como tudo funciona. Aqui você pode tirar alguma dúvida”, disse Maria Lícia, mãe de Elisângela Queiróz.

Thamires Nunes - Jornalista e membro da Assessoria da AIESEC Aracaju

26 de abr. de 2013

HOST FAMILY: seu intercâmbio sem sair de casa

Você alguma vez já pensou em hospedar alguém de outro país em sua casa?

A AIESEC é uma organização global que luta por uma sociedade melhor através da promoção da compreensão inter-cultural e pode ajudá-lo com isso. Uma das formas mais gratificantes de fazer isso acontecer é a experiência de ser um Host Family, programa em que estudantes universitários internacionais são hospedados por famílias durante sua experiência de intercâmbio.

Host Family é uma família que oferece um quarto ou uma cama para acolher um intercambista da AIESEC em sua própria casa, ajudando em algumas necessidades básicas dele, como comida, água, luz elétrica, lugar para dormir e tomar banho.

Como um Host Family, você irá oferecer a um jovem a oportunidade de descobrir sua cidade e até mesmo o seu país. Você não só vai ganhar um novo membro da família, como também vai aprender sobre uma cultura diferente, seus valores e tradições, língua e muito mais. O intercâmbio cultural entre a sua família e o intercambista irá ajudá-lo tanto a ganhar um entendimento mais profundo dos valores humanos, como irá proporcionar para quem sempre quis ir ao exterior e ainda não teve oportunidade, a possibilidade de viver essa experiência internacional. Enquanto isso, por outro lado, o estudante estrangeiro terá a chance de vivenciar de maneira mais aprofundada nosso país e cultura, enriquecendo a experiência do intercâmbio.

De onde os intercambistas vêm?
Os estudantes estrangeiros universitários ou com formação há no máximo 2 anos, vêm de diversos países para Aracaju para trabalhar em projetos sociais como voluntários ou em grandes empresas parceiras da AIESEC. Eles vêm com o objetivo de se desenvolver profissionalmente, ao mesmo tempo em que aplicam seus conhecimentos em ONGs, escolas, entre outros.

Quais são as vantagens ao recebê-lo?
Entre as vantagens de receber estudantes estrangeiros, além das diversas relatadas acima, está a oportunidade de praticar outras línguas, descobrir costumes, fazer networking internacional, fazer amigos por todo o mundo, obter conhecimento sobre novas culturas, melhorar sua habilidade para se comunicar em outros idiomas e acrescentar ao seu currículo a experiência da sua participação em atividades de intercâmbio cultural/social.
Você terá contato com um jovem que certamente trará mais dinamismo e rotinas novas ao seu lar, tornando a experiência muito mais enriquecedora e cheia de conhecimentos de países que você sempre sonhou em visitar.

Passo-a-passo - como se tornar um Host Family:

• Inscrição: você inscreve-se através do formulário disponível neste link.
• Contato: membros da AIESEC entrarão em contato para agendar uma entrevista com você.
• Entrevista: a entrevista é feita para entender o seu perfil da família e explicar melhor como funciona o nosso programa.
• Seleção: o intercambista é escolhido de acordo com o seu perfil familiar e fatores como a distância casa-trabalho, entre outros.
• Um mundo de cultura na sua casa: o intercambista chega em sua casa, trazendo o mundo em sua bagagem!


Confira alguns depoimentos para entender como se sente quem já foi host


Igor Aragão

"Sem dinheiro pra viajar e recém chegado de uma viagem, decidi romper fronteiras aqui em casa... Conversei com minha mãe e decidimos receber um intercambista da AIESEC. O Posada se tornou um parceiro e companheiro da gente, se entrosou com a família e agora o consideramos como um membro dela. Aprendi a ter mais paciência ao ensinar coisas e trocar conhecimento, além da linguagem. Minha mãe já está entendendo algumas coisas em espanhol que vai servir muito para uma futura viagem."

Renato Tavares

"Foi uma experiência bastante proveitosa, de engrandecimento cultural e pessoal. Houve realmente uma troca de informações, aprendi e me interessei bastante pela cultura peruana e pela vida do intercambista que hospedava. Santiago é uma pessoa de coração ótimo, sempre disposto e de bom humor. Foi um verdadeiro irmão e que sinto falta hoje.
Viramos realmente amigos, daqueles que se aconselham e confessam suas coisas um pro outro."


Nielza Maia

"Posso dizer que foi uma experiência muito interessante para nossa família, pois nunca tínhamos hospedado pessoas além da nossa própria familia e principalmente estrangeira. Houve uma boa interação entre todos da família e troca de conhecimento costume e cultura. A Carol se comportou muito bem, soube cativar e cultivar a amizade de todos e soube respeitar as normas estabelecidas. Se todos que vierem forem assim, aconselho outras famílias a viverem a experiência."

André Luís



"Já fui host duas vezes e posso dizer que é uma experiência maravilhosa. Hospedei Danilo (argentino) e Juan (colombiano) e aprendi muito com os dois, além de ter melhorado bastante o meu espanhol. Ao ser host eu vi e vivi outras culturas!"



Talita Mota

"O desafio de ser host family começa pelos pais. Demorei alguns meses para convencê-los a receber alguém aqui em casa. Depois de convencidos eu fiquei super ansiosa, querendo que a intercambista chegasse logo, pensando de como ela seria e tudo mais.
Minha mãe entrou em desespero porque ela era vegetariana e não sabia o que ela comeria aqui em casa. Eu comecei a ficar com receio de perder minha privacidade, já que iria dividir o quarto com ela e além disso todos os meus amigos achavam loucura eu receber alguém que nunca tinha visto na vida na minha casa. Então a Natalia chegou, fui na rodoviária buscá-la junto com outros membros da AIESEC. Desde esse dia nos demos super bem, meus pais logo de cara se deram muito bem com ela também, até a apresentaram para a rua inteira dizendo que ela era filha deles. Nós não tivemos nenhum tipo de problema, pelo contrário, ela só trouxe alegria e coisas boas para nossa família.
A unica parte ruim é que ela foi embora, mas tenho certeza que ela voltará para cá.
Para quem nunca foi host, tem vontade ser, ou tem algum tipo de receio, eu só posso dizer: SEJA UM HOST! É muito gostoso. Adorava quando a Natalia chegava em casa porque todos os dias ela tinha algo novo para contar, alguma coisa que ela achava estranho, ou algo de engraçado que aconteceu no dia dela.
Fiquei emocionada quando fui ao trabalho dela, e vi várias crianças correndo na direção dela e a abraçando.
Pretendo ser host mais uma vez, se meus pais quiserem é claro."



Você já viu que não é preciso fazer um intercâmbio para ter uma experiência internacional extraordinária, então, se você tem um espacinho em sua casa, pode fornecer alguma das refeições (não é obrigatório), e deseja viver tudo isso mais um pouco, entre em contato conosco, porque você já pode fazer seu intercâmbio sem sair de casa.
Imagine só ganhar um irmão, um filho, alguém que também estará de portas abertas para você quando voltar para o seu país?

Inscreva-se aqui,
AND BE A HOST FAMILY!

Por Dulce Guimarães - COMM member.

6 de fev. de 2013

Escolhi ser um Talento Global na Índia


A AIESEC trabalha para desenvolver profissionais com qualidades diferenciadas do convencional: quando se fala em estágio logo imaginamos um estágio local para aprimorar o currículo e obter experiência profissional na área em questão; mas quando se fala em estágio + AIESEC, é sempre algo mais. É ser um Talento Global!  
O programa de intercâmbio Talentos Globais proporciona ao jovem universitário uma experiência única em sua vida, tanto de aprimoramento dentro da área em outro país, quanto na diversidade cultural no seu dia-a-dia (conhecido muitas vezes como o choque cultural). É assim que a linda Daniela Corumba em depoimento nos delicia com sua maravilhosa experiência dentro da AIESEC, deixando-nos com aquele gostinho de ‘quero isso em minha vida’.



“Há exatamente 644 dias, dia 1 de abril de 2011, estava eu no aeroporto de Aracaju despedindo-me da minha família e amigos. Naquele momento, a sensação que senti foi exatamente a mesma de estar no brinquedo de um parque de diversões. Sabe aquele brinquedo que é um elevador que despenca? Sabe quando você tá lá em cima, olha para baixo, pensa em desistir, mas não adianta mais gritar ou pedir para parar porque nada vai mudar aquela decisão? Pois então, era assim que eu me sentia no aeroporto. Tentei ao máximo transmitir segurança para minha mãe, dizia que tudo estava sob controle e que ela podia ficar tranquila, mas dentro de mim existia uma pontinha de medo, ansiedade, nervosismo e ao mesmo tempo muita vontade de desbravar um mundo desconhecido... E, de repente, eu estava no aeroporto de Mumbai na Índia. 
Hello, Incredible India! 

Morei e trabalhei por 1 ano em Chennai, uma cidade bem tradicional no sul da Índia. Lá a vida era muito diferente da que eu levava no Brasil: a comida, as roupas, o calor, as vacas, os cachorros, os cortes de energia diários, a multidão, a bagunça, a sujeira, os rickshaws, o hábito de comer com as mãos... tudo isso contribuía para o que chamamos de choque cultural. Diria que habituar-se a uma cultura totalmente diferente da nossa nos faz mais fortes e preparados para novos desafios. Certamente essa foi uma das heranças que a Índia me deixou. Uma coisa que me deixava surpresa na Índia era o fato de ver todas aquelas pessoas sorrindo e felizes, especialmente as crianças, além de que estavam todos sempre prontos a ajudar o próximo. Pessoalmente, a Índia foi realmente uma grande lição de vida para mim.
Em termos profissionais, fiz meu intercâmbio na área de TI na Tata Consultancy Services. Atuei na área de programação num time de 20 programadores. A experiência profissional que a AIESEC em parceria com a TCS me proporcionou abriu várias portas para mim, tanto dentro da TCS quanto em outras empresas... 
Quando embarquei na aventura de sair do Brasil, realmente não tinha noção do impacto que a AIESEC teria em minha vida pessoal e profissional. Apesar de não ter atuado dentro da AIESEC, acredito no trabalho da organização e acho que os jovens que gostariam de ver o mundo de uma forma diferente deveriam se tornar um AIESECer também!”- Daniela Corumba

Atualmente Daniela Corumba faz seu segundo intercâmbio pela AIESEC na Vale África do Sul. Essas experiências foram de suma importância para seu desenvolvimento profissional e pessoal, proporcionando-lhe aprimoramento no inglês, maior desenvoltura com as pessoas, viajar, conhecer o mundo corporativo de diferentes ângulos.
Em pesquisa descubro que há na Índia mais de 100 brasileiros em intercâmbio (voluntário e profissional) pela AIESEC. Daí surge aquela perguntinha “Porque a Índia?” Um país totalmente diferente do convencional, e a resposta é a observação.  A possibilidade de conhecer um local exótico milenar e conciliar com trabalho é a nova atração para os jovens intercambistas.  

Então, vem você também fazer intercambio pela AIESEC e descubra um novo horizonte! Inscreva-se no escritório mais próximo de você

Crislaine Cardoso – Membro do time de Comunicação

1 de fev. de 2013

AIESEC Aracaju realiza mutirão de limpeza na ADASFA

No último sábado do mês de janeiro, dia 26, aconteceu a primeira ação local da AIESEC Aracaju em 2013: o mutirão de limpeza da ADASFA.
O mutirão contou com a participação de vários jovens da AIESEC Aracaju, com o objetivo de mudar a triste realidade da associação. Entre as ações colocadas em prática estiveram as de limpeza do ambiente, banho e tratamento dos cães e gatos, contribuição com medicamentos, produtos de limpeza, ração e jornais.
Empolgados com a causa, vários dos participantes ajudaram também na hora da feira de adoção dos animais, que aconteceu no mesmo dia, na 13 de Julho, embora, infelizmente, nenhum animal tenha sido adotado.

Alguns dos membros da AIESEC em Aracaju que apareceram no mutirão e Maria Antônia (responsável pela ADASFA)

Confira o depoimento de Victor Mota, membro da AIESEC Aracaju e estudante de Medicina Veterinária na UFS:

"Ao saber da ação local promovida na ADASFA, resolvi ajudar pela minha experiencia com animais e também pra trabalhar mais na parte social da veterinária. Tanto que me senti na obrigação de participar. Eu posso dividir com vocês a minha primeira impressão: Foi horrível. Coisas que professores falam pra você e você pensa pra si mesmo: "Isso não tem como acontecer". Eu não estou condenando a organização ou algo assim, até porque eu sei que são muitos animais e o controle é menor. O que eu quero dizer é que, diante da situação que me deparei, vi que eu sou capaz de fazer algo por aqueles animais, e assim, veio a vontade de todo menino criado por vó de ajudar tudo e a todos. Me senti impotente por saber que não poderia curar todos os animais de vez, mas me aliviei ao saber que, pelo menos, eu estava ali. Eu estava ali enquanto outros não estavam.Eu estava fazendo a minha parte. Um presente que eu estava dando aquele lugar, meu tempo, minha paciência, meu amor e minha compaixão, por menor que sejam. E assim, eu percebi que AIESEC não é fazer parte de um time que combina com seu curso, é saber que você, como pessoa, independente de curso, é um ser solidário e social. Já tive varias duvidas sobre o meu curso. Se abandonava pra estudar musica (Meu sonho) ou se trabalhava pra poder me sustentar e ajudar a minha mãe, mas isso me mostrou que eu estou no lugar certo. Eu quero ajudar os animais. Eu quero ajudar o mundo. Eu quero ajudar pessoas, mesmo que eu não goste muito delas.
É isso, queria que mais pessoas tivessem ido e vivido algo parecido ao que vivi."

E você, vai seguir o exemplo de Victor Mota e fazer sua parte?


A ADASFA, é uma entidade sem fins lucrativos, reconhecida como de Utilidade Pública Municipal e Estadual, fundada em 06 de setembro de 2004, na cidade de Aracaju – SE, com o propósito de prestar à comunidade, dentro das suas possibilidades administrativas, serviços de abrigo, alimentação e tratamento veterinário a animais abandonados e/ou doentes, com prioridade para cães e gatos rejeitados e soltos pelas ruas da cidade de Aracaju e em estado deplorável de saúde e nutrição.
Você pode ajudar contribuindo com materiais, ajuda financeira, voluntariado ou até mesmo adotando um dos animais e proporcionando um lar para os mesmos. Mais informações clique aqui 


Por Dulce Guimarães - COMM member.

28 de nov. de 2012

Escolhi ser um talento global

Estudantes do mundo inteiro que conhecem a AIESEC, escutam falar sobre seus intercâmbios Cidadão Global e Talentos Globais. Ambos chamam muito atenção pela quantidade de experiências que oferecem, e entre os dois, atualmente, o que tem chamado atenção dos jovens é o que oferece um estágio internacional: Talentos Globais. O estágio é um dos motivos que nos fazem nos descobrir dentro da profissão que escolhemos e saber se realmente é aquilo que queremos.

Estágios no local onde moramos é algo muito importante, mas quando descobrimos que podemos ir além, algo muda dentro da gente. A AIESEC tem como objetivo fazer com que os jovens possam impactar positivamente a sociedade. De início, a gente não fará com que esse impacto atinja a todos, mas atingirá um, que irá atingir o outro e assim, sucessivamente. O intercâmbio Talentos Globais não dá apenas uma oportunidade de trabalhar fora do país, mas te obter uma experiência que será importante naquele processo e será levada por toda vida. Jovens como Leonardo Panta Leão e Dayane Loureiro sabem muito bem disse e compartilharam conosco suas experiências em continentes diferentes.



 Leonardo Panta Leão. 24 anos. Cientista da Computação. Um talento Global.


Assim como todo jovem formando, o aracajuano Leonardo Panta Leão procurava algo que fizesse a diferença em sua vida como futuro cientista da computação. Descobriu a AIESEC e viu no intercâmbio Talentos Globais uma porta importante em  sua vida. Leonardo não vê seu intercâmbio como um ganho na área profissional apenas, mas uma oportunidade para enxergar o mundo como ele realmente é:




"  Durante esse tempo todo tive a oportunidade de conhecer pessoas do mundo todo, pessoas de lugares que eu nem sabia que existiam. Foi legal quebrar pré-conceitos, ou confirmá-los. É muito bom ver a verdade na sua frente, sem a opinião de outros para influenciá-lo. Descobri que nossos vizinhos são brasileiros que falam espanhol. Que nem todo europeu do olho claro é rico. Que existem muitos africanos inteligentes e que nem se preocupam com pré-conceito, mas que justamente aquele africano que tanto fala das desigualdades, é justamente o responsável por isso. Descobri que os árabes e muçulmanos passam longe de santos e também gostam de curtir a vida. Na verdade descobri que somos todos iguais, a religião e os passaportes é que atrapalham nossas vidas. Também tive a oportunidade de conhecer muitos lugares, fiz uma longa viagem de trem, vi muitas paisagens difíceis de se imaginar reais. Quem tem alma de viajante precisa passar um tempo na Índia.
Lá não existe só o Taj Mahal ou rio Ganges. Há muitas ‘Índias’ dentro da Índia. Viajar muitas vezes foi minha fuga para a rotina e aquela cultura inerte dos indianos do dia-a-dia. 
Muitas vezes o que acontecia era uma luta diária, um respirar fundo, e também uma descoberta, um avanço e uma esperança, tudo junto. De uma coisa eu tenho certeza, não consigo imaginar minha vida sem ter passado por essa experiência. A Índia me ensinou muito e não me arrependo um segundo de ter sido adotado por ela por um tempo. A Índia é uma mãe que tem filhos demais para criar, com todos os seus problemas e frustrações, eu tenho minha compaixão por ela, e quero muito que um dia ela se torne um lugar melhor para o povo indiano. Tudo isso também fez crescer um amor intenso pelo meu Brasil e sua cultura, é preciso perder para ganhar. Essa experiência toda me fez perceber que existem coisas na vida que às vezes nem sabíamos que em outro lugar do mundo não são naturais, não é aceitáveis.
Percebi também que onde existe excesso de religião, também existe excesso de hipocrisia. Mas que podemos tentar ser felizes em qualquer lugar, sob quaisquer circunstâncias, força de vontade é exigido, mas desde que sejamos bons, devemos sempre ser nós mesmos.

Depois de viver a Índia dia após dia, é muito bom entender o que é viver ali, onde todos falam milhares de línguas, mas se entendem com aquele inglês estranho, e que no meio daquela confusão toda, riquezas são geradas, a desigualdade social é um abismo muito mais profundo que o do Brasil, mas que a esperança nunca morre, dias melhores virão para a Índia. Agora sou muito feliz por ter nascido brasileiro e ser um pouquinho indiano."


Dayane Loureiro. Beleza carioca em terras africanas. 

Nascida no Rio de Janeiro, a psicóloga Dayane, atualmente reside em Johannesburg - África do Sul, escolheu o Talentos Globais para fazer o diferencial em seu currículo e coincidentemente, teve uma mudança significativa em sua vida:



" A AIESEC foi simplesmente a melhor oportunidade que poderia aparecer na minha vida! Além de ter liderado um escritório de 70 membros, ter tido uma experiência socio-cultural no leste europeu, ter feito parte de um corpo executivo Nacional na África e ter participado de conferências internacionais, a AIESEC me abriu as portas para muito mais! Hoje estou fazendo um estágio profissional na Vale África do Sul, onde atuo diretamente com aquilo para o qual eu estudei e sou responsável por processos de demais países como Moçambique, Angola, Guiné, Zâmbia e Congo. E o mais legal de tudo isso é saber que um dos motivos de eu ter sido selecionada é porque eu tinha experiência de AIESEC! Sou uma pessoa COMPLETAMENTE diferente daquela que era antes da AIESEC.


De fato, a AIESEC é uma life changing experienceRecomendo a todos!  " 



Gostou dessa postagem? Espero que o sentimento de Talento Global tenha despertado em você. Confiamos no seu potencial. Venha ser um talento global.



Quer alcançar seus sonhos? Quer conhecer o mundo? Quer realizar sonhos? Quer ter conhecimento? Quer viver uma autodescoberta?  Aposto que ficou estingado (a)! Inscreva-se no escritório mais próximo de você. 


Até a próxima, pessoal.

Be an AIESECer. It rocks.

Luciana Mans - Coordenadora de Criação e Promoção do Time de COMM.