Hoje o post será mais que especial, por dois
motivos. Primeiramente, porque essa é a minha estréia no blog (a propósito,
muito prazer, sou Marilene – ou Mari, como preferir). E em segundo lugar, e não
menos importante, porque terei a honra de apresentar uma entrevista feita com a
estudante Dyana Campoy (23 anos), graduanda de Psicologia na Universidade
Tiradentes, e também membro da AIESEC.
A Dyana foi mais uma estudante que decidiu vivenciar
outra cultura e ter uma experiência inesquecível fora do país: optou por ganhar
o mundo através do Cidadão Global – intercâmbio social, promovido pela AIESEC,
com duração de 6 a 12 semanas. Seu destino foi nada mais nada menos que a
belíssima Itália, capisce?
Sem mais delongas, vamos ao que interessa:
Como você ficou sabendo da
existência da Aiesec?
Eu conheci a AIESEC numa mesa de
bar (risos). A Thaisa Bianchi (que trabalha na AIESEC) comentou sobre e
perguntei o que era, achei interessante no momento mas acabei não indo atrás;
um tempo depois ela postou no facebook dela falando que havia vaga para
trabalhar na AIESEC e me inscrevi, li depois um pouco mais e fiquei mais
interessada ainda.
O que te motivou a fazer o
intercâmbio Cidadão Global?
Eu estava em um momento muito
desmotivador da minha vida e queria fazer algo para me animar. Como eu já
trabalhava na AIESEC, eu via sempre depoimentos sobre as pessoas que faziam e
dos próprios intercambistas que vinham, e isso me fez querer muito fazer o
mesmo, viver uma experiência incrível e que me desse um UP. Foi quando me
inscrevi para fazer o intercâmbio e foi a melhor escolha.
Quais foram as suas principais
aprendizagens com a experiência?
Eu tive um trabalho que mexeu muito
com o meu curso, que é Psicologia, trabalhei em uma instituição que trabalhava
com imigrantes, dava todo o apoio psicológico, médico, ajudava em achar um
local pra morar, um local pra curso de inglês, dava realmente todo o apoio
necessário caso ele quisesse permanecer no país, pois se em 3 meses ele não
tivesse emprego, ele teria que voltar pro seu país. Além disso, tive o que foi
realmente o maior contato com meu curso que foi trabalhar com mulheres trazidas
por tráfico humano, foi um contato bem forte mas muito interessante e que me
trouxe muito aprendizado.
O que a AIESEC representa hoje pra
você?
A AIESEC representa pra mim um
grande motivador profissional e pessoal, nela me desenvolvi muito tanto quanto
pessoa quanto um líder, superei muito medos que eu tinha, me motivei e fui além
do que imaginava. A AIESEC é uma experiência incrível e inesquecível, é muito
além de um simples trabalho voluntário, quando você vê é parte de sua vida e
que você nem percebe que é algo voluntário pois sente mais prazer do que
qualquer trabalho pago.
Qual recado você pode dar para os
estudantes que ainda não passaram por essa experiência?
Eu digo que quem ainda não passou
por isso, que se jogue, tanto entrando para trabalhar na AIESEC, quanto fazer o
intercâmbio, só quem vive sabe o quanto evolui durante ambas experiências. Não
tenha medo de sair da sua zona de conforto, faça um intercâmbio que você irá
ajudar a si mesmo e ao outro, e isso é inesquecível!
Agora me diz, o que está esperando pra sair do
Google Maps, fazer as malas e colocar o pé na estrada?!
Para mais informações sobre o Cidadão Global e
outros tipos de intercâmbios, basta procurar a sede da AIESEC mais próxima.
Um forte abraço, e até mais!
“I know I know for sure
That life is beautiful around the world”






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